Propósito
“Simplicidade é o último degrau da Sabedoria” (Khalil Gibran)
Por que usar o VSet Chameleon?
Sabemos que existem vários frameworks e middlewares bons no mercado e poderíamos utilizar alguns deles para o desenvolvimento de sistemas de TIC.
Por que, então, optamos em construir um novo framework e middleware? Porque sentimos a necessidade de um framework e middleware que proporcionam uma arquitetura que viabiliza a premissa de “mais negócios e menos TI”.
O que isso quer dizer? Um portfólio que tenha a premissa de simplificar, abstrair, flexibilizar, integrar, controlar o contexto transacional, rastrear, configurar, monitorar, time-to-market, curva de aprendizagem baixa e aumentar sua performance para atender as necessidades dos negócios do cliente de uma forma mais simples.
Simplificar: o foco da construção do VSet Chameleon possui o princípio da simplicidade, tanto no seu uso nos processos de desenvolvimento de sistemas, quanto na sua configuração.
Abstrair: eliminar a complexidade de desenvolvimento para o desenvolvedor do negócio.
Manutenibilidade: garantir a facilidade de corrigir defeitos e adequar novos requisitos em funcionalidades já existentes.
Flexibilizar: nesse mundo de TIC que está constantemente em mudanças de paradigmas e inovações tecnológicas, o VSet Chameleon permite agregar novas funcionalidades sem perder sua essência.
integrador: para reaproveitar o investimento da empresa nos seus sistemas legados, na sua plataforma heterogênea e gerar novos negócios com seus recursos existentes. O VSet Chameleon investe fortemente no papel de integrador entre os sistemas legados da empresa, com plataformas heterogêneas do mercado, derivando novos sistemas e softwares.
Controlar contexto transacional: para garantir o contexto transacional de um processo num ambiente de processamento distribuído, o VSet Chameleon orquestra o processo, garantindo assim o contexto transacional de forma íntegra e segura.
Rastrear: toda a execução de processo é rastreada desde o início até o fim, registrando todas as ações que foram executadas (por quem, a duração do tempo e a situação da execução - sucesso ou erro).
Configurar: ter um único arquivo de configuração do VSet com a premissa da simplicidade.
Time-to-market: para acompanhar e atender as necessidades do negócio do cliente o quanto antes, o VSet Chameleon procura simplificar o processo de desenvolvimento de sistemas para alcançar esse objetivo.
Monitorar: monitoração de todos os processos/ações executados, quanto a infraestrutura de conexão de banco de dados, sistemas legados, bem como o alerta de falhas, quando for o caso.
Curva de aprendizagem: aprimorar para que a curva de aprendizagem seja menor possível, tornando o processo mais eficiente. Isso levará a equipe de desenvolvimento a adaptação e assimilação de tecnologias mais rapidamente e, por sua vez, aumentará a produtividade.
Hot deploy: permitir fazer novas publicações de versões sem interromper o serviço do middleware.
Outro ponto importante a salientar baseado nas premissas de “time-to-market” e “redução de custo” é o de preservar o investimento da empresa realizado nos sistemas legados. Para isso, o VSet Chameleon investiu fortemente no papel de integrador e nos conceitos de computação em nuvem (cloud computing) e sistema distribuído. A parte de flexibilidade e extensibilidade também foi incorporada no VSet Chameleon, permitindo agregar novas funcionalidades de infraestrutura ao negócio sem afetar a sua essência. Foi implementado também o padrão MVC (Model View Control) para segregar o papel de cada camada: de apresentação, de negócio e a de acesso aos dados.
O termo VSet Chameleon (Camaleão) foi escolhido por representar o simbolismo de mudança, flexibilidade, capacidade de adaptação e evolução.
Por que feito em JAVA?
O VSet Chameleon poderia ter sido feito em qualquer tecnologia tais como: .NET, PHP, Java, Node, dentre outras. A linguagem em Java foi escolhida pela seguinte razão: os principais “players” do mercado decidiram investir na plataforma Java por ser uma linguagem orientada a objetos, além da sua robustez, portabilidade, segurança e independência de qualquer plataforma. Por esses motivos optamos por também seguir nessa linha.
VSet Chameleon é um framework, middleware ou biblioteca de classes OO?
No mundo de TI existe um dilema entre framework, middleware e biblioteca de classes OO.
Vamos aos conceitos:
Framework
"É uma abstração que une códigos comuns entre vários projetos de software provendo uma funcionalidade genérica. Um framework pode atingir uma funcionalidade específica, por configuração, durante a programação de uma aplicação" (Wikipédia).
Middleware
"É o software de computador que fornece serviços para softwares aplicativos além daqueles disponíveis pelo sistema operacional. O middleware facilita aos desenvolvedores de software implementarem comunicação e entrada/saída, de forma que eles possam focar no propósito específico de sua aplicação" (Wikipédia).
Biblioteca
"É uma coleção de subprogramas utilizados no desenvolvimento de software" (Wikipédia).
A partir desses conceitos, podemos afirmar que framework, middleware e biblioteca são distintos. No entanto, um pode complementar o outro, com objetivo de auxiliar o desenvolvimento de aplicações e softwares.
Na biblioteca de classes, cada classe é única e independente das outras, que por si só não produzem um resultado de um problema real. Já o framework impõe um padrão de interação entre objetos (modelo de colaboração), ao qual o desenvolvedor deve se adaptar. Em suma, na biblioteca de classe o desenvolvedor está no controle, enquanto no framework o desenvolvedor se adapta a ele. Ao passo que o middleware foca na integração e interoperabilidade entre os softwares de terceiros.
Podemos afirmar que o VSet Chameleon é um framework e middleware. Possui suas próprias bibliotecas e também de terceiros para auxiliar no desenvolvimento de aplicações e de softwares de uma forma simples e rápida, atingindo seus objetivos.